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O Cristão e seu Dinheiro

Por Auberan Varela 


Irmãos, esta semana resolvi postar uma publicação muito interessante que li na internet sobre o cristão e o seu dinheiro escrita por Dennis Allan.
A publicação foi retirada do site: http://www.estudosdabiblia.net/d65.htm
É uma leitura muito boa para nossa reflexão:

  

A Bolsa de Valores sobe! Juros caem! Inflação voltará? Crise eco- nômica preocupa o governo! As manchetes nos jornais, revistas e programas de televisão não param de falar sobre dinheiro. No Brasil, como em muitos outros países, governos são eleitos e desfeitos por circunstâncias e políticas econômicas.

Mas, essa preocupação com dinheiro não é assunto exclusivo do governo. Muitas igrejas, também, se dedicam à busca do dinheiro. Algumas enfatizam a procura da prosperidade na vida dos adeptos, e muitas mostram uma preocupação muito grande em arrecadar dinheiro para a própria igreja. A maioria das pessoas vive numa constante agitação por causa de diversos problemas financeiros—contas já vencidas, desejos de receber aumentos salariais, dívidas assutadoras. O que Deus ensina para nos ajudar no meio de tanta preocupação sobre o dinheiro? Vamos examinar alguns princípios bíblicos que vão nos ajudar a fazermos a vontade de Deus na aquisição e uso do dinheiro. A Bíblia fala muito sobre esse assunto; por isso, este artigo contém muitas citações bíblicas. Por favor, tome o tempo necessário para ler cada passagem e confirmar que o ensinamento aqui é de Deus, não de meros homens.

O dinheiro é nossa ferramenta, não nosso dono
Muitas pessoas são escravas do dinheiro. Lutam tanto para ter dinheiro que nem têm tempo para gozar da sua prosperidade! O desejo de ter coisas e acumular riquezas domina a vida de muita gente. Você já ouviu alguém falar sobre as posses de Bill Gates ou outro rico com tom de inveja na voz? O servo de Deus precisa reconhecer que o dinheiro é uma ferramenta que deve ser empregada em boas obras, e não nosso senhor. Uma das táticas mais eficazes do diabo é apagar o zelo do cristão com preocupações financeiras (Mateus 13:22). Jesus ensinou claramente que nós temos que escolher entre dois senhores (Mateus 6:19-34).

Mas, muitas pessoas se tornam escravas do dinheiro por acumular dívidas. Por que alguém assinaria um papel para assumir dívida e pagar juros— às vezes tão altos que acabam multiplicando o custo da compra? Os problemas mais comuns com dívida são:
Œ Motivos errados: avareza, cobiça e inveja (Provérbios 23:1-5; Tiago 4:2-4). Em vez de trabalhar e exercer domínio próprio para poupar dinheiro e comprar à vista, pessoas se enganam e pagam prestações para obter as coisas imediatamente.  Procedimento errado: desonestidade. A pessoa que promete pagar é obrigada cumprir a promessa. Aquele que promete e não paga está pecando. Quem promete quando sabe que não tem condições para pagar é um mentiroso indigno da vocação a que fomos chamados (Efésios 4:1,25; Mateus 5:37). Ž  Vida desordenada: falta de administração. Ao invés de cuidar das suas obrigações como Deus mandou, o devedor acaba sendo dominado por outros (Provérbios 22:7). Falta domínio próprio, uma das qualidades essenciais da vida cristã (Gálatas 5:23; 2 Pedro 1:6).

Os servos de Deus precisam entender bem alguns princípios que a Bíblia ensina sobre o dinheiro, para não serem enganados e escravizados ao dinheiro. Aprendemos nas Escrituras que nunca devemos pôr nossa confiança nas riquezas (1 Timóteo 6:17-19; Provérbios 11:28; Lucas 12:15-21; 1 Timóteo 6:4-11). O dinheiro não é fonte de alegria ou contentamento (Provérbios 15:16-17; Eclesiastes 5:10-11). Apesar das doutrinas de muitas igrejas hoje que dizem que a prosperidade é evidência da fidelidade, a Bíblia ensina que nem riqueza nem pobreza, por si só, nos faz melhor servos de Deus. É bom ter o suficiente, mas não o excesso (Provérbios 30:7-9).

Honestos no trabalho e nas finanças
Há muita preguiça e desonestidade no mundo, mas o discípulo de Cristo tem que tirar tais atitudes pecaminosas de sua vida. Devemos trabalhar honestamente e diligentemente, lembrando que o Senhor está nos observando (Colossenses 3:22-25; Provérbios 27:23-27). O preguiçoso está sempre se enrolando em negócios que, diz ele, trarão riquezas fáceis e rápidas. Homens sem entendimento têm cometido o mesmo erro por milhares de anos. “O que lavra a sua terra virá a fartar-se de pão, mas o que se ajunta a vadios se fartará de pobreza. O homem fiel será cumulado de bênçãos, mas o que se apressa a enriquecer não passará sem castigo.... Aquele que tem olhos invejosos corre atrás das riquezas, mas não sabe que há de vir sobre ele a penúria” (Provérbios 28:19-20,22). O cristão precisa abandonar qualquer maneira desonesta de ganhar dinheiro e fazer “com as próprias mãos o que é bom” (Efésios 4:28).

Não somente no trabalho, mas em todos os negócios, devemos ser absolutamente honestos (Provérbios 10:2; 16:8; 20:17; 22:28). “Trabalhar por adquirir tesouro com língua falsa é vaidade e laço mortal” (Provérbios 21:6). A pessoa honesta evitará dívidas desonestas e excessivas (Provérbios 22:7,26-27). Ela pagará os devidos impostos e obedecerá as leis do governo (Mateus 22:17-21; Romanos 13:1-7; 1 Pedro 2:13-17). Não será gananciosa, nem oprimirá outros (Provérbios 28:8; Tiago 2:6-7; 5:1-6; Amós 8:4-6).

Cumprindo obrigações financeiras
O cristão deve administrar bem seu dinheiro, porque Deus lhe deu várias responsabilidades. A pessoa que usa seu dinheiro para servir da maneira que o Senhor quer está se preparando para estar com Deus para sempre (1 Timóteo 6:17-19; Lucas 16:1-13). Considere algumas responsabilidades — ou, melhor, privilégios — que ele deu aos seus servos.

Participar do trabalho da igreja: Desde o início, a igreja do Senhor tem recebido e usado dinheiro no seu trabalho. No Novo Testamento, aprendemos que a igreja recebeu dinheiro por ofertas voluntárias (Atos 4:32-37) dadas no primeiro dia da semana (1 Coríntios 16:1-4). Essas coletas foram feitas em cada congregação local, e a própria congregação empregou o dinheiro no trabalho autorizado por Deus. (Uma igreja que manda dinheiro para alguma sede, matriz ou igreja mãe, ou que sustenta algum tipo de instituição criada por homens está fugindo do padrão bíblico.) Cada cristão tem a responsabilidade de dar “conforme a sua prosperidade” (1 Coríntios 16:2), “segundo tiver proposto no coração” e “com alegria” (2 Coríntios 9:7). Enquanto o Novo Testamento não exige o dízimo (que foi um valor obrigatório para os judeus sob a lei de Moisés), não devemos pensar que Deus quer só as migalhas que sobram depois de nos fartar. Jesus elogiou o espírito de sacrifício da viúva pobre (Lucas 21:1-4). Paulo agradeceu o sacrifício dos filipenses como uma oferta agradável a Deus (Filipenses 4:18). Ele elogiou os irmãos da Macedônia por sua generosidade, dizendo que “deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor” (2 Coríntios 8:5). Eles descobriram a chave da generosidade. A pessoa que recusa dar liberalmente tem esquecido que Jesus deu a própria vida para nos resgatar. Devemos sacrificar com alegria!

Sustentar a família: Numa época em que muitas famílias sofrem por causa da preguiça e irresponsabilidade de homens, devemos lembrar que quem é convertido a Cristo vai se transformar. Paulo confrontou esse problema de homens ociosos em tessalônica, e os sacudiu com palavras claras: “...e a diligenciardes por viver tranqüilamente, cuidar do que é vosso e trabalhar com as próprias mãos, como vos ordenamos; de modo que vos porteis com dignidade para com os de fora e de nada venhais a precisar” (1 Tessalonicenses 4:11-12); “Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma....determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranqüilamente, comam o seu próprio pão” (2 Tessalonicenses 3:10-12). Em outra carta, ele falou da obrigação de sustentar parentes, especialmente viúvas: “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente” (1 Timóteo 5:8).

Ajudar os necessitados: Como discípulos de Cristo, temos a responsabilidade de usar o nosso dinheiro para ajudar os necessitados. Generosidade faz parte do caráter do cristão verdadeiro. Devemos trabalhar para ter condições para ajudar outros (Efésios 4:28). Os que são abençoados com coisas materiais devem as usar para boas obras de caridade (1 Timóteo 6:17-18). Cada um de nós tem a responsabilidade de ajudar as viúvas e os órfãos (Tiago 1:27). Entre as coisas que Jesus vai examinar no julgamento é nossa benevolência para com outros (Mateus 25:35-46). Cada um responderá pelas coisas feitas nessa vida. Vamos meditar nos ensinamentos bíblicos para aprender como mostrar esse cuidado para os outros (leia Salmo 112:5-6; Mateus 19:21; 1 João 3:17). Sempre lembremos que o segundo grande mandamento é amar ao próximo (Mateus 22:39).

Motivos para ser bons administradores
Quando consideramos tudo que devemos fazer com nosso dinheiro, compreendemos a importância da boa administração financeira. Nosso dinheiro é uma ferramenta que devemos empregar para fazer a vontade de Deus. Somos privilegiados em participar do trabalho de uma igreja e em ter condições para sustentar a família e ajudar outras pessoas. E, no final das contas, qualquer sacrifício que oferecemos será nada em comparação com o sacrifíco de Jesus na cruz (Lucas 17:10).
-por Dennis Allan

Programa de Estágio: Oportunidades de Emprego

Por Sérgio Lins
Diácono, 2º co-pastor e diretor da EBD em Jardim América,coordenador da UMADEN no Setor 4
e professor especialista em Finanças Empresariais
Caros Leitores,

Continuando ao tema abordado na última postagem da coluna Vida Profissional, vamos focar neste artigo sobre Programas de Estágio.
Uma boa oportunidade para quem não terminou o curso ainda, é a busca dos programas de estágios, em que o aluno poderá aplicar seus conhecimentos, adquirir experiência profissional duma forma holística e, ainda assim, sendo remunerado pelo seu desempenho.
Mas o que vem a ser um Programa de Estágio?
Basicamente um programa de estágio objetiva atrair jovens potenciais, com intenção de torná-los profissionais de alto desempenho, fortalecendo o banco de talentos da Organização, e com “sangue novo” as empresas abrem espaço para inovação e ampliação do seu capital intelectual.
Para um integrante de um programa de Estágio são ofertados vários benefícios, aqui cito alguns: (1) Treinamento; (2) Aprendizagem e Experiência Profissional e; (3) Incentivo ao Trabalho em Equipe entre outros.
Para termos idéia das oportunidades de um estágio, a assessoria de comunicação do CIEE informou o crescimento de 43% em 2009 de contratação de aprendizes por empresas parceiras do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE)[1], totalizando 16 mil jovens contratados para capacitação profissional em dezembro último, ante 11,2 mil registrados no balanço de 2008.
De acordo com Everton S. Mendes, gerente do Programa Aprendiz do CIEE, as empresas parceiras da entidade puderam comprovar as vantagens de contar com aprendizes, a relevância social do programa e a qualidade dos cursos oferecidos pelo CIEE, que está apto a cuidar do recrutamento, seleção e capacitação teórica dos jovens.
"O CIEE oferece essas duas facilidades, pois, além de ter um cadastro com jovens com o perfil exigido pela lei, é uma entidade capacitadora, habilitada a ministrar os cursos teóricos durante o período de vigência do contrato", explica Mendes.[2]
É bem verdade, que nem todos os estágios remuneram o candidato. Contudo, aconselho aproveitar as oportunidades (remuneradas ou não remuneradas), visualizando-as como um investimento para obter ótimos rendimentos no futuro!
No próximo artigo, estarei falando sobre o Programa Trainee e suas oportunidades no cenário atual.
Um grande abraço e até a próxima!

[1] Site da instituição http://www.ciee.org.br
[2] http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1436:contratacao-de-aprendizes-pelo-ciee-cresce-43-&catid=50:demais&Itemid=331

Técnicos e Tecnólogos: Oportunidades de Emprego - Parte I


Por Sérgio Lins
Diácono, 2º co-pastor e diretor da EBD em
Jardim América,coordenador da UMADEN no Setor 4
e professor especialista em Finanças Empresariais

Caros internautas,

Dando continuidade à temática iniciada pela Irmã Suzana Andrade, estarei abordando nos próximos contatos, dicas sobre mercado de trabalho para quem é formado e para quem está cursando, das oportunidades geradas pelos programas de Estágios e Trainee.

Estamos ainda num período de muitas contratações e, neste cenário, elaborei este artigo no qual estarei enaltecendo as boas oportunidades para quem concluiu ou está cursando um nível técnico ou nível superior.



Na última década, estamos vivendo uma crescente procura por técnicos e tecnólogos (Figura 1), isso é resultado da especialização do mercado brasileiro, que exige profissionais com conhecimento específico, e da expansão de setores em que essa qualificação é essencial. Ou seja, o mercado procura pessoas que gostam de estudar e se qualificar constantemente e, para estas pessoas o mercado dispõe de bons empregos, carreira profissional e conseqüentemente bons salários.


Figura 1 – Diferença entre técnicos e tecnólogos
A edição de dezembro de 2009 da revista VOCÊs/a relata o exemplo do técnico em manutenção paulistano Fábio Santos, de 27 anos, que trabalha no setor aéreo há seis anos, tem curso técnico na área. Em setembro de 2008, ele trocou a Gol Linhas Aéreas pela Azul com um aumento salarial de 70% e uma vaga no segundo nível da carreira técnica da empresa. “Se continuar me qualificando, posso subir um degrau já no ano que vem”, diz.


Gostaria de indicar a leitura do artigo “68 idéias, pessoas e tendências para 2010” publicado recentemente (para ver clique aqui)



Que o Senhor Jesus, possa abrir novos caminhos e horizontes em nossas vidas neste ano, que possamos depender mais e mais do Senhor Jesus.


Concluo esta primeira parte do artigo, com as palavras em destaque acima do técnico Fábio Santos. Pois, está coerente com a necessidade do mercado de trabalho, cuja, constante qualificação é diferencial na contratação de profissionais.

Um grande abraço e até a próxima!

Estreia da semana - Coluna "No Batente"

Por Suzana Andrade
Olá queridos.
Começamos hoje as postagens da nossa coluna sobre mercado de trabalho e profissões. Nossa intenção é ajudá-lo a estar melhor preparado para enfrentar o futuro, mas claro, sempre buscando as respostas em Deus.
E para começar, vamos falar das contratações temporárias.
Boa leitura e boa sorte!
As festividades de final de ano estão chegando.

Para os consumidores, é hora de se preparar para os gastos com presentes e lembranças. Para os comerciantes, também é hora de se preparar. Mas para vender mais. Assim, as vagas de contratações temporárias tomam todos os anúncios de jornais e revistas do ramo.
Empresas em diversos segmentos já estão programando a contratação de trabalhadores temporários para o mês de Dezembro, uma prática que deve superar em 10% o número de contratações verificado no ano passado, no início da crise econômica.
Agora é a hora de alcançar a tão esperada contratação. E o primeiro caminho é buscar uma empresa que seja especializada em administração de mão-de-obra temporária. Essas, geralmente pedem pessoas que tenham pelo menos o segundo grau, boa comunicação, facilidade de relacionamento, boa capacidade de aprendizagem e disponibilidade de horário, pois o setor de serviços, principalmente comércio, aumenta o horário de funcionamento de seus estabelecimentos nesse período.
A seguir, algumas dicas de empresas de recrutamento, onde você pode cadastrar seu currículo:
CL Promotiom:
Labor Soluções em Gestão com Pessoas: 3221-4633
Grupo Gente: (11) 3224-6081
Lembrando que esses empregos temporários são uma porta de entrada para as grandes organizações, pois geralmente 10% a 30% desses contratados para o final de ano serão efetivados no decorrer do ano. Então, você que conseguir uma vaga para esse período curto, lembre-se de fazer o melhor, pois o contrato acaba, mas o mais importante serão os contatos que você manterá na organização. E quando abrir uma vaga no quadro efetivo certamente você será contemplado.
No mais é confiar no Senhor, pois d’Ele vêm todas as coisas!
Que o Senhor Jesus nos abençoe e seu final de ano seja cheio de Deus, com um novo trabalho, uma nova rotina e sonhos realizados.